Charla o xoves 28 de febreiro: torturas e asasinatos baixo custodia

O xoves, día 28 de febreiro falaremos das torturas e asasinatos baixo custodia. Comezará no salón de actos da facultade de ciencias da educación (campus sur) ás 17.30 para continuar a partires das 20.30h na Casa do Vento con posterior ceador para costear as viaxes da peña.

Participarán para isto, a nai e o pai de David Blanco (morto en comisaría en raras circunstancias en Xixón) e a nai de Noelia Cotelo. Esta última atópase no cárcere de Ávila, no cal neste último tempo non paran de machacala: abusaron sexualmente dela, provocáronlle lesións, negáronlle a atención médica cando a está a precisar continuamente, dificúltanlle as comunicacións, etc. Interrumpeu a folga de fame fai ao redor dunha semana estando en perigo de coma hipoglucémico pero sigue combatendo e denunciando a súa situación.

Ademais, Buter presentará o último número de Punto de Fuga, unha publicación anticarceraria de moitos anos de traballo e adicado esta vez sobre todo á tortura.

Estades convidadas a participar!

 

 

Asamblea da Mancomunidade Integral Galega o 3 de marzo

O 3 de marzo, ás 12h, na Casa do Vento, habrá unha asemblea (que durará todo o día) da MIGA
(Mancomunidade Integral Galega). Este proxecto aberto, que comezou cunha asemblea en
Compostela o 25 de xullo do 2012, e con asembleas itinerantes por todo o pais dende
entón, pretende xerar unha mancomunidade galega na que se poidan integrar proxectos
xa existentes e poidan xerarse outros novos que nos permitan autoxestionar tódolos
ámbitos da nosa vida (alimentación, saúde, aprendizaxes, natureza, etc.) baixo uns
principios éticos cos que vivir á marxe do sistema actual grazas aos nosos recursos.
Estades convidad@s!

A acta da asemblea anterior pódese ver aquí: http://piratepad.net/IiVAzKMk85

Xuntanza de mulleres este mércores ás 20h no vento

Caras companheiras,

como todas sabedes, estamos a viver um momento de repressom e violência
máxima: as agressons contra os nossos colectivos, contra a nossa
militância, contra as nossas ideias e, em última instancia, contra as
nossas vidas é manifesta.

O aparelho repressivo sabe que o medo é a sua melhor arma porque fratura o
tecido social, nos individualiza, nos distancia as umhas das outras e nos
faz duvidar das nossas convicçoes até paralizar-nos.

Sem dúvida este é o tempo de sentir medo, mas também é o tempo de
armarmo-nos contra ele.

Em Compostela o tecido associativo é muito amplo e muitos dos colectivos
que sofrem a repressom do sistema já tenhem feito trabalho para
empoderar-nos fronte as agressons. Porém, sentimos que ainda segue a haver
muitas reticências para abordarmos as violências que nos assolagam dum
jeito estrutural.

Nom podemos obviar que nós, polo simples facto de sermos mulheres, sofremos
umha dupla repressom, a externa (ou política) e a interna (ou pessoal); e
assim é como às vezes, mesmo dentro dos espaços nos que militamos -espaços
supostamente liberados-, sofremos agressons. Abordarmos estas violências
nom é doado, há reticências porque falar das opressons próprias -tanto para
quem as recebe como para quem as perpetua- nom é agradável. Mas nós sabemos
que o pessoal é político e isso é o que lhe da sentido às nossas lutas.

Todas essas violências coas que nos estám a golpear (as colectivas e as
próprias, as externas e as internas) geram em nós incertezas, frustraçom e
medos. E já somos muitas as que vimos falando assim, de jeito informal, da
necessidade de abordarmos estas questions colectivamente e desde o
vivencial.

Para mudarmos o sistema é preciso resituarmo-nos nas relaçons de bom-trato
que garantam um bem-estar sem trégua nas nossas vidas e nos nossos jeitos
de fazer.

Nas últimas semanas som várias as mulheres que estám a ser perseguidas e
isto deu-nos o pulo preciso para concretar que já é tempo de juntarmo-nos e
por em comum os nossos sentires, os nossos problemas e as nossas
necessidades, intentando assim construir umha rede de apoio mútuo desde a
nossa condiçom de mulheres galegas em luta.

Convidamos pois a todas as mulheres e moças de Compostela, que compartam a
necessidade de tecer laços e buscar umha resposta coletiva á estas
agressons multifacetadas, a umha juntança o *mércores 20 de fevereiro às
20h no C.S.O. A Casa do Vento.*

Agradece-se a difussom deste correio a todas aquelas companheiras que
possam estar interessadas. Espalhemo-lo!

--
*"E a terra pra chegar na primavera mudou três vezes de estação"*

Aulas de euskara

Kaixo!

No vento imos comezar cunhas aulas de euskara con xogos e achegamento á cultura e a lingua. Quedaremos este vindeiro luns ás 6 da tarde para vernos e decidir o día e máis a hora na que faremos o taller

laister arte!